quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

JORNALISMO COM ÉTICA E CREDIBILIDADE: MÁRCIA PELTIER.


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Alguns programas classificados como “jornalísticos”, deixam a desejar a verdadeira função do jornalista que é  de informar com ética e credibilidade. Estes atributos fazem parte da nossa homenageada de hoje, Márcia Peltier.
A carioca de cinquenta e quatro anos batizada como Márcia Ribas Bokel, nascida em 19 de novembro de 1958, hoje se chama Márcia Bokel Peltier Nuzman, que além de jornalista, é apresentadora, escritora e cronista.
Filha de Jaddo Barbosa Bokel e de Manza Bulcão Ribas, é casada com o presidente do Comitê Olímpico Carlos Arthur Nuzman. Do casamento com Francisco Peltier (1977 a 1998), nasceram duas filhas. No seio familiar tem gente de “sangue azul”, já que sua irmã Maritza, é casada com Alberto de Orleans e Bragança, membro da família imperial do Brasil.
Entre os  muitos desempenhos em sua talentosa carreira, Márcia apresentou o programa Sem Censura exibido pela TVE Brasil, no período 1989 e 1992. Em 1989, ela dividiu a apresentação do Jornal Hoje, com a não menos talentosa Leila Cordeiro, depois com Augusto Xavier entre 1989 e 1991 e entre 1991 e 1992,  sem esquecer de sua passagem pela bancada do Jornal da Globo e  do Jornal Nacional.
Na extinta e saudosa TV Manchete, apresentou o jornal que levava o nome da emissora entre 1993 e 1998. Na imprensa escrita, foi colunista do Jornal do Brasil de 2001 a 2006.
Apenas para citar alguns, o RJ Record, Programa Márcia Peltier, na super Rádio Tupi (2006-2008), tiveram o toque especial desta jornalista que dignifica a profissão, até chegar ao sucesso do Márcia Peltier Entrevista, exibido pela CNT , as terças-feiras às 23:10 h. O chique do programa, é que ele é gravado no Hotel Copacabana Palace, para deleite dos convidados elegantes como Carmem Mayrink Veiga.
Autora de sete livros  como “Poética(mente) – Vida e sobrevida de um poeta “(1986), “As garras do mel” (1989) e o último em 2005 intitulado “O que pensam as mulheres “ (crônicas) entre outros, Márcia deixa claro que veio para ficar e ser lembrada como Jornalista, com “J” maiúsculo.

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